terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Incursão chinoca

Ontem fui a uma mega store chinesa. E, eis senão quando, numa curiosa incursão aos restantes corredores que não o das luzes de natal (sim, porque era uma loja daquelas que parecem quase um supermercado e vendem tudo para casa, para o escritório, para o natal, para a páscoa, para viagens, para o guarda-roupa, para decoração, para a escola, para bricolage, para crianças, para muitas outras coisas que não se sabe o que são ) tropecei em 15 crianças (não chinesas) sentadas na escada, ao estilo visita de estudo. Well, ainda que seja curioso (vá..... muito estranho) não era nada disso que queria escrever – este pormenor veio agora à minha memória enquanto escrevia e pensava ao mesmo tempo. O que me deixou realmente e verdadeiramente... maravilhada (acho que é esta a expressão correcta [sobretudo devido ao meu estado quase comprovado de agnóstica em vias de ser excomungada depois deste post]) foi o facto de no dito cujo chinês se venderem Nossas Senhoras de Fátima (sim, essa mesma, aquela que apareceu para contar metade de meia dúzia de segredos a uns pequenos pastores). Sim, é mesmo verdade! Daquelas de plástico amarelo-esverdeado, meio fluorescentes e santos vários (onde se inclui Santos Antónios). Isto entre duas prateleiras: uma com bonsai’s e águias benfiquistas e outra com cestas com frutas de plástico.


Ps- Não há uma fotografia que comprove a coisa porque tive medo de levar uma carga de porrada de uma tribo chinesa qualquer que estivesse escondida debaixo de uma das prateleiras de borboletas decorativas e porque estava uma câmara de segurança apontada para as Nossas Senhoras (também.... quem é que ia cometer o pecado de as roubar !?!?!?!?)

1 comentário:

Mário Rui Ventura disse...

Desde que vi as belas bandeiras de Portugal, versão China, já espero de tudo...

Chegaste a ver se os galos de Barcelos também brilhavam no escuro?